Ímãs de terras raras são ímãs permanentes potentes feitos de ligas de elementos de terras raras. Desenvolvidos nas décadas de 1970 e 1980, os tipos mais comuns são os ímãs de neodímio (NdFeB) e os ímãs de samário-cobalto (SmCo). Eles são o tipo mais forte de ímãs permanentes disponíveis, produzindo campos magnéticos significativamente mais intensos do que os ímãs de ferrite ou alnico, o que permite a miniaturização e o melhor desempenho em diversas tecnologias. Nota: o termo "elemento de terra rara" é um equívoco histórico. Esses elementos não são excepcionalmente raros na crosta terrestre. O cério, o mais abundante, é o 25º elemento mais abundante, semelhante ao cobre. Mesmo o lutécio, a terra rara estável menos abundante, é quase 200 vezes mais comum do que o ouro. O rótulo "raro" surgiu porque esses elementos eram difíceis de separar.